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Empreendedorismo que transforma

Há vários significados para a palavra representação, na política, na linguagem, no teatro. Mas seu sentido básico é o de tornar presente o ausente. Se não posso ir a uma assembléia, faço uma procuração para um amigo me representar. Assim, eu, ausente, me torno presente. São duas idéias: a primeira é a ausência de fato. Toda teoria da representação parte do fato de ocorrem muitas ausências, mais até, da impossibilidade de uma presença plena. A segunda é a compensação da ausência por meio de procuradores ou representantes. Assim, se não posso retirar meu talão de cheques no banco, peço a alguém que o faça – e lhe dou uma procuração, mesmo que seja a simples requisição impressa no talonário. A idéia de representação política vem, em boa medida, da representação judicial.  Em Portugal e na Espanha, o legislativo medieval tinha o nome de Cortes, e os deputados se chamavam procuradores. Quando votamos, é como se nomeássemos procuradores, que decidirão por nós: estaremos vinculados pelos atos que eles praticarem.

RIBEIRO, R. J. A democracia. 2a Ed. São Paulo: Publifolha, 2002. 83p


Há vários significados para a palavra representação, na política, na linguagem, no teatro. Mas seu sentido básico é o de tornar presente o ausente. Se não posso ir a uma assembléia, faço uma procuração para um amigo me representar. Assim, eu, ausente, me torno presente. São duas idéias: a primeira é a ausência de fato. Toda teoria da representação parte do fato de ocorrem muitas ausências, mais até, da impossibilidade de uma presença plena. A segunda é a compensação da ausência por meio de procuradores ou representantes. Assim, se não posso retirar meu talão de cheques no banco, peço a alguém que o faça – e lhe dou uma procuração, mesmo que seja a simples requisição impressa no talonário. A idéia de representação política vem, em boa medida, da representação judicial.  Em Portugal e na Espanha, o legislativo medieval tinha o nome de Cortes, e os deputados se chamavam procuradores. Quando votamos, é como se nomeássemos procuradores, que decidirão por nós: estaremos vinculados pelos atos que eles praticarem.

RIBEIRO, R. J. A democracia. 2a Ed. São Paulo: Publifolha, 2002. 83p

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